29 de janeiro de 2015

E as margens do Lago Paranoá? De quem são de fato?

Muros de alvenaria e píeres de madeira e pneus no parque da Ermida Dom Bosco
A conta pela ocupação irregular da orla do Lago Paranoá não recai somente sobre o Governo do Distrito Federal. Alguns moradores que ocupam indiscriminadamente a beira do espelho d’água respondem criminalmente pela ação. Hoje, há 420 pedidos de investigação policial feitos pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) sobre o desrespeito aos limites do reservatório. Desses, 75 chegaram à Justiça após a conclusão do inquérito, e os proprietários foram processados. Na última semana, o Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT) aceitou mais uma denúncia contra um morador da QL 12 do Lago Sul.

Ao acatá-la, o TJDFT revogou decisão tomada em fevereiro do ano passado. Na época, a 2ª Vara Criminal de Brasília não considerou a orla como área de proteção permanente (APP). A sentença teve como base o novo Código Florestal, que não a caracteriza como APP por se tratar de um lago artificial com função de abastecimento energético. O MPDFT recorreu, e a 1ª Turma Criminal decidiu a favor do órgão na semana passada, seguindo legislações anteriores. “Está claro de que não adianta o juiz dizer que não é crime porque o tribunal disse que é. As pessoas devem estar cientes de que não ficarão impunes”, afirmou o promotor de Defesa do Meio Ambiente (Prodema), Roberto Carlos Batista.

Em meio aos trâmites judiciais, as ocupações na orla do Paranoá continuam à vista de todos. Irregularidades apontadas em laudo técnico do MP em 2011 permanecem até hoje. À beira do lago, é possível identificar cercamentos e construções como atracadores, píeres, rampas de acesso e muros de arrimo, tudo para ampliar a área de lazer dos proprietários de terrenos às margens do espelho d’água. Na última denúncia aceita pelo TJDFT, o dono de uma casa na QL 12 do Lago Sul construiu píer, mureta, cabana e rampa de acesso às margens. Procurado, o morador preferiu não comentar o caso e disse desconhecê-lo.

Quando um caso de ocupação irregular da orla chega à Justiça, o MPDFT pode propor ao morador uma conciliação e evitar o processo criminal. O órgão não tem um levantamento de quantos proprietários aceitaram a alternativa. Existem cerca de 30 casos de suspensão do processo, mas não há como estabelecer se todos são referentes a construções ilegais. “Estabelecemos algumas condicionantes, como a reparação do dano. Se forem aceitas, o processo é suspenso, e o dono tem até dois anos para atender as exigências”, explica o promotor Roberto Carlos.
Fonte: Correio Braziliense. Acesso em 29/01/2015.

28 de janeiro de 2015

PM apreende adolescente com maconha em reserva ambiental


Policiais militares apreenderam nesta segunda-feira (26) um adolescente dentro de uma reserva da Caesb em São Sebastião, no Distrito Federal, com 700 gramas de maconha.Segundo a corporação, os PMs faziam patrulhamento de rotina no Setor Residencial Bosque quando avistaram três suspeitos.
O trio tentou fugir, mas o adolescente acabou apreendido. Os outros dois homens conseguiram escapar por uma região de preservação ambiental de difícil acesso.Além da droga, os policiais apreenderam uma balança de precisão, três facas e um rolo de papel para embalo da droga. O adolescente tinha várias passagens na Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA).

9 de janeiro de 2015

Fraude no Jardins Mangueiral

Sites anunciam negociatas com imóveis de várias metragens e preços no Setor Habitacional Jardins Mangueiral: crime financeiro e estelionato
O programa habitacional Morar Bem, criado pelo GDF para abrigar pessoas de baixa renda, virou alvo de estelionatários. Beneficiários dos imóveis no Setor Habitacional Jardins Mangueiral, em São Sebastião (leia Para saber mais), anunciam o aluguel e a venda das unidades ilegalmente. Pela internet, é possível encontrar e negociar preços de casas e apartamentos com os próprios contemplados e corretores de imóveis. A prática, segundo a Polícia Civil, configura estelionato e crime financeiro, o que não impede as irregularidades. Mesmo assim, ninguém ainda foi preso.

Segundo os contratos firmados entre os beneficiários e a Caixa Econômica Federal, é irregular transferir o imóvel a terceiros por pelo menos 10 anos. Desde maio do ano passado, a PCDF tem uma investigação em aberto para o Jardins Mangueiral. A Promotoria de Defesa do Patrimônio Público Social (Prodep) também apura o caso em um inquérito civil público de 2010. “A prática é proibida. As investigações continuam porque é necessário localizar os corretores e identificar os envolvidos. Vamos intimá-los a prestar depoimento”, afirmou o coordenador substituto de Repressão aos Crimes contra o Consumidor, a Ordem Tributária e a Fraudes (Corf), delegado Joás Rosa de Souza.

Odair preside a Associação de Amigos do Mangueiral: falta controle

Na internet, há sites com propostas e preços. O aluguel de uma casa de 52 metros quadrados com dois quartos está entre R$ 1 mil e R$ 1,2 mil. O valor da locação de uma unidade de 68m² com três cômodos é tabelado em R$ 1,5 mil. O aluguel de um apartamento padrão de 46m² e dois quartos custa R$ 900.

Em um dos anúncios, um homem aluga a casa de dois quartos por R$ 1,1 mil. Para fechar o negócio, ele exige dois fiadores, um com imóvel, seguro-fiança e depósito de três meses. Sem saber que conversava com o Correio, ele confirmou que “poder, não pode alugar. A lei não permite, mas tem muita gente alugando, e isso depende de cada um. A questão é não falar com os moradores que você alugou a casa”.

No mesmo site, outra pessoa propõe a permuta de um imóvel de três quartos na região por um imóvel em Taguatinga, em Águas Claras, em Vicente Pires, no Guará, em Ceilândia ou em Samambaia. No caso de nenhum negócio fechar, o beneficiário não descarta a possibilidade de alugar o local. “Falta colocar o piso e, se eu não achar nenhuma permuta, alugo. O condomínio é fechado, com segurança armada o tempo todo”, explicou.

Risco
Entre os negociadores, há corretores de imóveis. Um deles mantém uma empresa em Brazlândia e anuncia o aluguel de um apartamento por R$ 900, com taxa de condomínio de R$ 200, inclusas as despesas com água e gás. “A maioria (dos moradores), 90% deles, aluga porque está arcando com o financiamento de R$ 1 mil a R$ 1,5 mil. Muitos usam o dinheiro do aluguel para pagar o apartamento”, contou à reportagem. 

Na região, também é fácil encontrar quem vendeu a propriedade. Por telefone, um homem confirmou que comercializou a casa dele de três quartos por R$ 100 mil há cerca de 15 dias. Uma auxiliar de limpeza de 39 anos mora no setor há dois anos. Ela ficou na lista de espera há cerca de 15 anos até ser contemplada com uma residência. “Tenho vizinhos que arrumaram o imóvel e alugaram. Outros fazem a venda de gaveta, que é para ninguém ficar sabendo. Quem tem mais dinheiro tira a oportunidade dos assalariados que estão na fila de espera”, lamentou.

O presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), Gilson Paranhos, alertou que beneficiários do Jardins Mangueiral que alugam ou vendem o imóvel podem perdê-lo. “A Codhab planeja uma atuação na região. Se não agirmos, vamos colocar todo trabalho em risco, produzindo habitação para ricos”, garantiu. O presidente da Associação dos Amigos do Jardins Mangueiral, Odair Coronheiro, alegou que a entidade não tem poder para controlar a prática ilegal.

Beneficiados
Dez mil unidades habitacionais do Programa Morar Bem foram entregues durante o governo anterior nas regiões do Jardins Mangueiral, de Samambaia, do Riacho Fundo, do Paranoá, da Estrutural, da Vila Dnocs, em Sobradinho, e no Setor Habitacional Sol Nascente, em Ceilândia.

Para saber mais
Região em construção
No Jardins Mangueiral, em São Sebastião, existem 3,2 mil unidades de apartamentos de dois quartos, 1.602 casas de dois cômodos e 3.198 residências de três quartos. No total, são 8 mil imóveis na região. Do total, cerca de 6 mil propriedades estão ocupadas, segundo a Associação dos Amigos do Jardins Mangueiral. Isso significa que entre 15 mil e 18 mil pessoas vivem na região. As pessoas habilitadas a adquirir imóveis no setor poderão perder o benefício caso sejam comprovadas as fraudes. O crime financeiro tem pena de 2 a 6 anos de prisão, pois oferece destinação diversa prevista em contrato a recurso proveniente de financiamento. A pena para estelionato varia de 1 a 5 anos de reclusão.

7 de janeiro de 2015

Artista de São Sebastião se destaca com mosaicos


 

O pedreiro Willam Pereira, de 32 anos, encontrou em restos de material de construção o meio para produzir arte, na forma de mosaicos. Fã de Athos Bulcão, ele passa até dois dias trancado em seu ateliê trabalhando e diz já ter recebido convites para expor na Inglaterra. Pereira não tem curso na área e conta que aprendeu a fazer mosaicos "por acaso", enquanto trabalhava com cerâmicas em uma obra, há seis anos.

“Estava fazendo assentamento de cerâmica quando uma peça caiu e se partiu em mil pedaços”, diz. “Fiquei observando na hora e me veio a ideia. Pensei: ‘Que bacana, vou tentar’, e fui fazendo. Abandonei tudo que estava fazendo e caí de cabeça nesse trabalho. Vinha na mente imagens, desenhos, e fui testando assim. Meu primeiro desenho foi uma coruja.”

Pereira, que é pedreiro desde os 13 anos e não concluiu o ensino médio, diz que aprendeu tudo o que sabe experimentando e por meio da internet. “Fui pesquisar mais sobre essa arte e descobri que tinha nome: mosaico. É uma das artes mais conceituadas do mundo.”

Para buscar cores diferentes e incomuns para compor as imagens, Pereira diz que vai a um lixão perto dos Jardins Mangueiral. “Quando faltam pedaços coloridos para fazer uma imagem, busco lá o vermelho, amarelo, que é mais difícil de achar”, diz. “Se vou no lixo e vejo algo que pode ser reaproveitado, vou lá e faço. Tudo é um quebra-cabeça. Não tem limite de tamanho, faço mesa, quadro, até mural para parede.”


Para poder trabalhar, o pedreiro aluga uma quitinete por R$ 400 mensais que usa como ateliê. Ele conta que passa dias imerso no trabalho, ouvindo música e se dedicando a projetos. “Tem vezes que viro a noite e vou trabalhar igual um zumbi, sem dormir, porque isso exige muita paciência, técnica e concentração para sair perfeito”, diz. “Às vezes, saio do trabalho e venho direto para cá. Fico até 2h, 3h da manhã fazendo.”
“Já fiquei dois dias trancado no quarto. Estava parado, desempregado, as contas chegando, quando, graças a Deus, saiu uma encomenda: uma mesa enorme para a Escola de Música de Brasília. Recebi R$ 1,2 mil", conta. Apesar disso, a maior parte das obras que ele faz é vendida por valores bem abaixo do preço de mercado.

Pereira conta que fez amizades com artistas de todo o mundo pela internet e que não conseguiu expor seu trabalho na Inglaterra porque não tinha recursos. “Não tive como ir, não tinha como. Não tinha dinheiro e nem passaporte”, diz. “Mas é bacana saber que seu trabalho é reconhecido por pessoas do primeiro mundo, que valorizam a arte”.


Sonho
Além de sonhar viver da arte, o pedreiro diz que deseja fazer grandes obras em lugares públicos, como estações de metrô, a exemplo do que viu em fotos tiradas em países europeus. “Quantos mosaicos eu não poderia fazer, de personalidades, imagens de presidentes, pessoas ilustres, que fizeram história na política? Poderia usar esse talento levando arte para os lugares”, diz. “Não tem nenhum custo, gastei R$ 2 com cimento para fazer uma peça, o resto acho no lixo.”

Para conseguir reconhecimento do governo local como artista, no entanto, Pereira precisou insistir muito com a Secretaria de Cultura. “Demorou três meses, insisti muito, cheguei a chorar. Fui todos os dias até eles enjoarem da minha cara e me darem o documento”, diz. “É muito sacrifício para o artista provar que faz arte. Com o documento você tem mais oportunidades, pode participar de exposições, fazer murais.”

“Quero muito mostrar o meu trabalho. Entro na internet e vejo pessoas do Brasil mesmo, ou até fora do país, com trabalhos bem simples, de iniciantes, ganhando prêmios. Eles são reconhecidos, mas eu fico para trás”, diz. “Quero justiça para os artistas brasileiros. O artista é muito excluído no Brasil.”


Desestimulado com a falta de oportunidades, ele diz que já pensou em abrir mão do talento. “Já tentei desistir, disse que não ia trabalhar mais com isso. Existe também muito preconceito por conta do meu estilo, do meu jeito de ser, por não participar de exposições com pessoas que tem diplomas na Grécia, em Roma”, diz. “Mas é uma arte milenar, uma das artes mais ricas do mundo. Guardar esse dom e não utilizar, é desperdício.”

Apesar de sonhar com o reconhecimento, Pereira diz que gosta muito do trabalho, e que tem outros dois talentos: também trabalha como pintor e serralheiro. “Muitos na obra dizem: ‘Você é um artista, sai daqui’. Mas eu gosto de trabalhar, gosto do trabalho manual, de estar me movimentando. Quanto mais difícil, mais gosto.”

O pedreiro diz que, para conceder a entrevista ao G1, foi dispensado pelo chefe durante o dia na obra em que trabalha. “Ele me incentivou, disse que o mundo precisa ver o que faço”, diz.

Fonte: G1/DF


25 de dezembro de 2014

Motorista atinge moto, atropela casal e bebê em calçada no Residencial do Bosque


Um motorista em alta velocidade atingiu um motociclista, perdeu o controle do veículo e atropelou um casal e uma bebê de 9 meses, no Residencial do Bosque, na madrugada desta quinta (25). O motorista fugiu sem prestar socorro. Às 13h, a criança estava em estado grave. Os pais e a menina estavam na calçada e haviam acabado de deixar uma festa de Natal na casa de parentes. A bebê foi levada pelo Corpo de Bombeiros até a UPA de São Sebastião e depois encaminhada para a UTI do Hospital de Base de Brasília. A menina teve duas paradas cardíacas e edema cerebral.

O pai da criança, de 24 anos, precisou levar pontos na cabeça, mas não corria risco de morte. A mãe, uma adolescente de 17 anos, sofreu escoriações leves.O casal não quis se identificar. “Eu não lembro [do acidente]. Eu só acordei na hora que eu estava dentro da ambulância. Aí eu não vi a minha filha em nenhum momento”, disse a mãe. “Foi uma coisa bem desesperante. Para ser sincero eu achei que ela já estava sem vida. Quando os bombeiros chegaram que tocaram nela, ela deu uma reanimada e a pulsação dela estava batendo bem forte. Foi muito triste. Nunca passei por uma dor tão forte como essa”, afirmou o pai.

O motociclista atropelado também foi internado no Hospital de Base e seguia internado no  início da tarde, mas os Bombeiros não tinham informação sobre o estado de saúde dele. A moto que ele conduzia foi arremessada a 50 metros de distância do local da colisão. O veículo que causou o acidente atingiu ainda um salão de beleza, que ficou com a grade retorcida. A marquise de madeira da loja ao lado do salão desabou. Até o início da tarde, a polícia não tinha pistas da identidade do motorista.

Fonte: G1/DF

22 de dezembro de 2014

Posto da PM do Campo Central é incendiado pela 2ª vez

Posto da PM é incendiado pela 2 vez.
Um posto comunitário da Polícia Militar voltou a ser incendiado em São Sebastião, no Distrito Federal, na madrugada desta segunda-feira (22). A unidade já havia sido alvo de vândalos na última quinta. É o 14º caso do tipo desde fevereiro.

O incidente foi registrado por volta de 2h30. Viaturas da PM e uma do Corpo de Bombeiros foram encaminhadas ao local. Não há informações sobre feridos e ninguém foi preso.

Na semana passada, a queimada começou na lateral do posto, depois de o vidro ser quebrado, e o fogo foi controlado rapidamente. O caso é investigado pela 30ª Delegacia de Polícia.

Nesta sexta, um adulto de 19 anos foi preso e um adolescente de 15 apreendido suspeitos de tentar incendiar um posto comunitário da Polícia Militar na QR 831 de Samambaia. Um terceiro envolvido ainda não foi identificado.

O primeiro ataque foi em Planaltina, em fevereiro. Em março, houve três incêndios criminosos: no Itapoã, Paranoá e Santa Maria. Guará e Sobradinho II tiveram postos queimados em abril. Em maio, o alvo foi o da Estrutural. Outubro registrou três casos: dois na mesma unidade do Gama e um em São Sebastião.


Os postos de segurança foram instalados em 2008 para aproximar a PM dos moradores, mas muitos deles foram desativados nos últimos dois anos. O do Guará II é um dos exemplos.

Fonte: G1/DF

PM investiga denúncia de abuso em ação policial em SkateParque,

Marrara fez denúncia ao MP.
O Comando da Polícia Militar do Distrito Federal afirmou que vai investigar o suposto abuso de membros da corporação durante abordagem a um grupo de amigos em São Sebastião, na última quarta (17). Na sexta (19), duas das jovens foram ao Ministério Público do DF e registraram denúncia em que dizem ter sido algemadas e ameaçadas durante o contato com os policiais. Os militares negam excesso na abordagem.

"Apertaram meu braço, me machucaram. Comecei a falar 'me solta, me solta, você não pode fazer isso comigo'. Aí ele ficou muito bravo e me deu um 'bandão' no chão", diz a atendente Marrara da Silva, uma das autoras da denúncia. Ela mostra hematomas e arranhões pelo corpo, que teriam sido fruto da agressão dos militares.

Segundo Marrara, o grupo estava em uma pista de skate que fica a poucos metros da 30ª Delegacia de Polícia (São Sebastião). A abordagem foi feita no meio da tarde e, apesar da proximidade com a unidade policial, as jovens teriam sido colocadas no camburão e ameaçadas por 10 minutos antes de chegar à delegacia.

"[Eles ficavam] dizendo que tinham marcado os nossos rostos, que sabiam com quem a gente andava, onde a gente andava, que nos encontraríamos depois", conta a estudante Anne Botelho, amiga de Marrara que também foi detida na quarta. Os policiais registraram queixa por desacato e desobediência.

As amigas dizem que foram forçadas pelos militares a apagar os vídeos que fizeram durante a abordagem. Sobrou uma única imagem, feita de longe por um amigo do grupo (veja vídeo acima).

Ação 'tática'
Os policiais militares envolvidos na abordagem são do Grupo de Operações Táticas, equipe especializada em conter grupos perigosos como, por exemplo, de assaltantes de banco.

O comandante do Batalhão de São Sebastião não quis dar entrevista à TV Globo, mas afirmou que os policiais receberam denúncia de uso de drogas na quadra. Ao chegar ao local, segundo ele, os militares foram xingados e, por isso, utilizaram força para conter as jovens que estavam 'exaltadas'.


O chefe do batalhão afirmou que vai abrir sindicância para investigar a conduta dos policiais. O G1não consigo contato com o MPDFT na noite de sexta-feira (19) para comentar o caso.

Fonte: G1/DF

18 de dezembro de 2014

Servidor do GDF e outras 7 pessoas são presas por suspeita de grilagem no Morro da Cruz




De acordo com a polícia, o grupo desmatou uma área de preservação ambiental e parcelou o terreno. O cargo do agente no governo era de evitar invasões. Eles responderão por crime ambiental, parcelamento irregular do solo e formação de quadrilha. Segundo a polícia o servidor também responderá por corrupção.

17 de dezembro de 2014

Racismo: professor denuncia que foi agredido por policiais da 30º DP


O professor e pesquisador Carlos Alberto Santos de Paulo denuncia que foi vítima violência policial e racismo durante uma abordagem no Distrito Federal. Ele relata que, na última sexta-feira (12), estava parado em um engarrafamento no Lago Sul (DF), quando foi abordado por um carro da polícia descaracterizado com três homens e uma mulher. Eles teriam pedido passagem e uma confusão foi iniciada. Em seguida, na delegacia de São Sebastião (DF), o professor diz ter sido rendido por um golpe e algemado.
Segundo os relatos do professor, o episódio teve início quando ele não teria dado passagem ao carro no qual estavam os policiais. Em seguida, homens desceram do carro armados e o revistaram. 
— Pediram minha habilitação. Perguntei pergunto qual a alegação. Pediram para eu ficar calado.
O professor resolveu ir à 30ª Delegacia de Polícia, em São Sebastião, e foi seguido pelo carro. No estacionamento, ao se negar a entregar documentos a um dos homens, ele foi atacado com uma chave de braço e se desvencilhou do golpe. Dentro da delegacia, ele afirma ter sido imobilizado por um policial armado e, em seguida, algemado.
— Fui algemado  indevidamente e levado para o mesmo lugar  onde são colocados bandidos perigosos.
Ele afirma ter ficado algemado por duas horas em uma sala de contenção, na delegacia. Somente depois disso o delegado o atendeu, mas ele não pode registrar a ocorrência, porque a polícia havia registrado ocorrência sobre ele, o que o teria impedido de fazer o registro. 
Uma denúncia foi feita ao Ministério Público do Distrito Federal pelo professor. Segundo ele, os delegados e agentes podem ser notificados pela corregedoria devido à conduta. 
A Polícia Civil do Distrito Federal deu uma versão um pouco diferente sobre o caso. De acordo com a Divisão de Comunicação da corporação, o homem foi levado à delegacia por “após ser flagrado desobedecendo regras de trânsito e ultrapassando pelo acostamento. Na ocasião, ele foi abordado por policiais civis que constataram que a carteira de habilitação de Paulo estava vencida”. O professor alega que o documento havia vencido no último dia 28 e que ainda tinha prazo de 30 dias para que o novo documento fosse providenciado.
A Polícia Civil informou ainda que Santos de Paulo foi “autuado em flagrante por desobediência e direção perigosa de veículo em via pública”.   

16 de dezembro de 2014

Lazer para Viver, dia 28/12




Evento que busca arrecadar brinquedos novos, dar voz aos pedidos da comunidade e chamar a atenção dos nossos representantes para as necessidades da população local.

Quando? Onde? Que horas?

No próximo dia 28, na Quadra Poliesportiva do bairro Bela Vista, a partir das 10h.


A iniciativa tem como objetivo principal a arrecadação de MIL brinquedos novos ou em excelente estado, que serão doados para as crianças do bairro. E se propõe também a chamar a atenção da Administração Regional para as reivindicações dos moradores. Para isso montaremos o "VARAL DAS REIVINDICAÇÕES", onde serão expostos os pedidos da comunidade por melhorias e garantias de direitos. O microfone será aberto ao público para toda forma de expressão que mantenha o respeito. 

O LAZER PRA VIVER vai contar com diversas atrações: Diga How (Rap), Marcius Cabral (Jazz), Jeff Duprado (Mágica), Vôlei Família Supernova (Esporte), (pagode), (sertanejo) e muito mais.

Pintura de rosto, pipoca, algodão doce, refrigerante e muitas brincadeiras garantirão a diversão da criançada.

O evento é fruto de uma parceria entre os grupos: Diga How, Movimento Cultural Supernova e Alpha 1 - mídias associadas.

SERVIÇO
* LAZER PRA VIVER
* Data: 28/12/2014
* Local: Quadra Poliesportiva do bairro Bela Vista – São Sebastião – DF 
* Horário: 10h as 19h
* Entrada: Gratuita
* Classificação Indicativa: Livre


SERVIÇO PARA DOAÇÕES
* Data: Até 28/12/2014
* Telefone: 8195-5875 (Magú)
* Necessidades: Brinquedos (novos ou em bom estado)