22/09/16

Governo decreta rodízio no DF


Desde ontem, o Distrito Federal passou a ter oficialmente um rodízio no abastecimento das residências. Além disso, órgãos públicos estão obrigados a reduzirem em 10% o consumo de água — caso a medida não seja cumprida, gestores serão exonerados. A curto prazo, o Executivo avalia que a captação do Lago Paranoá atenuaria o colapso do abastecimento. Entretanto, 86% da obra depende de recurso do governo federal e, segundo o Ministério das Cidades, essa não é a prioridade nem há previsão para o repasse de dinheiro.

Leia ...
21/09/16

Definido plano de ação para combate à violência em São Sebastião


A Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social voltou a se reunir com representantes das forças de segurança para tratar de ações que visam diminuir os índices de crimes contra o patrimônio em parte das oito regiões que concentram mais de 65% dos registros de violência no Distrito Federal. Na manhã desta terça-feira (20), foram discutidas medidas para Planaltina e São Sebastião, que integram a Região Integrada de Segurança (Risp) Leste, formada também por: Fercal, Itapoã, Jardim Botânico, Lago Norte, Paranoá e Sobradinho.

Segundo a secretária Márcia de Alencar Araújo, já se traçaram plano de ação para áreas da Risp Leste, da Risp Metropolitana e da Risp Sul, com o prazo para a cobrança de resultados de todas as forças. Os comandos reunidos hoje têm até 16 de novembro para apresentar o saldo do acordado no encontro. Integram a Risp Metropolitana Cruzeiro, Estrutural, Guará, Lago Sul, Octogonal, Plano Piloto, Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (Scia) e Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). A Risp Sul abrange Candangolândia, Jardim Botânico, Núcleo Bandeirante, Park Way, Riacho Fundo e Santa Maria.

Entre as demandas levadas pelos presidentes dos conselhos comunitários de segurança e pelos administradores regionais, que também participam das discussões, está a continuidade de projetos sociais desenvolvidos pelos batalhões de Polícia Militar e, no caso de Planaltina, a reativação do conselho comunitário rural.

As medidas propostas pelos representantes das forças para as duas regiões envolvem a maior articulação entre os órgãos, o aumento no número de palestras do Corpo de Bombeiros Militar nas escolas e o reforço do policiamento nas ruas em horários mapeados como mais críticos.

Para a secretária Márcia, é necessário ainda que as ações envolvam a mudança da relação entre a juventude e o sistema de segurança pública, sobretudo a Polícia Militar. “As polícias precisam desenvolver estratégias de aproximação da comunidade. Não queremos perder a juventude para o sistema socioeducativo ou para o prisional”, resumiu. Ela defende que a abordagem seja mais humana e parta do princípio do policiamento comunitário.

Operação com foco na juventude
No fim da tarde de ontem, a secretária reuniu-se com comandantes dos batalhões de Polícia Militar e com o comandante-geral da PM, coronel Marcos Antônio Nunes, para discutir ações com foco na juventude. Segundo Márcia, foram mapeados cerca de 3,6 mil jovens reincidentes envolvidos com uma parcela significativa de crimes contra o patrimônio nas oito regiões consideradas mais críticas: Ceilândia, Estrutural, Planaltina, Plano Piloto, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião e Taguatinga.
No encontro, ficaram acertadas medidas integradas das quatro forças de segurança em horários e locais mapeados e a criação de uma ação de acompanhamento a pessoas de 16 a 24 anos de idade. “A operação mais expressiva vai replicar a metodologia do Provid [programa Policiamento de Prevenção Orientado à Violência Doméstica], da Polícia Militar. Vamos ser vigilantes com os 3,6 mil jovens que são reincidentes em relação aos crimes”, explicou a secretária. Ela adiantou que a ideia é assisti-los na escola, na rua e até mesmo nas próprias casas.
A expectativa é que os resultados apareçam em novembro e haja possíveis correções em dezembro. A meta é baixar pelo menos 8% nos índices de roubos e furtos.
Na semana que vem, uma nova reunião ocorrerá, dessa vez para tratar de ações específicas para Samambaia, Taguatinga e Ceilândia — parte da Risp Oeste, da qual também fazem parte Águas Claras, Brazlândia e Vicente Pires.
Leia ...
02/09/16

Instituto Cultural Congo Nya abre inscrições para desfile de moda africana na capital



O Instituto Cultural Congo Nya, de São Sebastião, está procurando modelos voluntários para participar do AfroExplo – VII Desfile de Moda Afro, que acontecerá na Funarte, no dia 12 de novembro. Crianças a partir de 7 anos, homens e mulheres afrodescendentes, com fenótipo africano característico e cabelos naturais podem participar do desfile.

Os interessados devem enviar currículo com foto pelo e-mail auxiliar.icongonya@hotmail.com. As inscrições começaram em 23 de agosto e seguem até 8 de setembro. Segundo o instituto responsável, não é necessário que os modelos tenham experiência prévia, e podem residir em qualquer lugar do DF. Os organizadores pedem apenas que os voluntários tenham os requisitos necessários, pois o projeto busca enaltecer a beleza dos povos africanos e seus descendentes. 

Serviço:
Seleção de Modelos para o AfroExplo – 
VII Desfile de Moda AfroData: De 23 de agosto a 8 de setembro.
Enviar currículo com foto pelo e-mail auxiliar.icongonya@hotmail.com
Local: Instituto Cultural Congo Nya: Quadra 104, conj. 9, lt.7 – São Sebastião.

Mais informações: (61) 3335-7151 | 9.9257-4344 | ongonya.wixsite.com/congony

Realizado desde 2002, a sétima edição do desfile também conta espetáculos de dança, teatro e percussão, sob o tema “Acenda sua chama, Tanzânia”, o evento dará destaque às cores e aos ritmos do “berço da humanidade”.
Leia ...
22/08/16

VÍDEO: No Café Sem Troco carreta pega fogo e chamas atingem vegetação na BR-251

Uma carreta pegou fogo por volta das 22h30 desse domingo (21), na DF-251, nas proximidades da área conhecida por Café Sem Troco. Quando o Corpo de Bombeiros chegou ao local, se deparou com chamas na cabine do veículo e também na vegetação.
Os militares conseguiram conter o fogo logo em seguida. O condutor da carreta, que estava descarregada, não foi encontrado pela região. Ninguém ficou ferido.

Leia ...
19/08/16

Ação alcançará casas de 1990



As derrubadas no Condomínio Estância Quintas da Alvorada, no Altiplano Leste, serão ampliadas. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) determinou que as construções erguidas no local no início da década de 1990 também sejam demolidas na ação iniciada na segunda-feira pela Agência de Fiscalização do DF (Agefis). Até quarta-feira, apenas as edificações levantadas até 2014 faziam parte da desobstrução. A decisão se baseou no Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot), que não inclui a área situada entre o Lago Sul e o Paranoá. A Justiça prevê, ainda, multa de R$ 1 milhão para os invasores.

Segundo a Agefis, a operação realizada no Estância Quintas da Alvorada cumpre decisão do TJDFT, de novembro de 2015, e recomendação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) — esse último exige do Executivo local medidas contra a implantação irregular dos loteamentos. A ação, no entanto, sofre resistência dos moradores. Há quatro dias eles tentam conter o avanço das máquinas com interdição de vias e cordões humanos. Alguns sobem nos telhados das casas para evitar as demolições. No local, há cerca de 900 residências, onde vivem 6 mil pessoas.

Ontem, a Polícia Militar mobilizou cerca de 100 homens, alguns a cavalo. Em conjunto com o Departamento de Trânsito (Detran), os PMs fecharam a via de acesso ao condomínio na DF-001 para evitar manifestações — na terça-feira, cerca de 500 pessoas interditaram a pista e impediram o trabalho da Agefis. Dentro do Estância Quintas da Alvorada, no entanto, um grupo chegou a cercar uma retroescavadeira, mas logo os policiais o dispersou. Muitos moradores estão assustados e apreensivos. Mesmo quem não tem a casa como alvo iminente da derrubada presta solidariedade aos vizinhos. A administradora do condomínio, Lila Sousa, defende que todos pagam Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), além de contas de água e de luz. “Queremos a regularização. Não vamos sair daqui. Se for preciso, pararemos Brasília para ter visibilidade”, afirma.

A maior reclamação é de que ninguém foi informado previamente sobre a operação. Segundo os moradores, sete residências foram derrubadas pela Agefis, incluindo algumas ocupadas. Damares Maria Andrade, 47 anos, tem casa no condomínio desde 1999. “Hoje pode não ser a minha residência, mas amanhã, ninguém sabe”, desabafa. Ela conta que muitos compraram lotes na localidade devido a um pronunciamento feito pelo governador do DF, Rodrigo Rollemberg, em 2014, no qual ele disse que nenhuma demolição seria realizada na região.

Proibição
A assessoria de Comunicação de Rollemberg informou que a posição do governador é anterior à decisão judicial. “Esta não foi uma decisão pessoal, e o GDF está cumprindo apenas uma decisão designada pela Justiça”, alegou. Segundo a Agefis, a construção de residências no Estância Quintas da Alvorada está proibida desde 2014, mas, a partir de então, mais de 200 casas foram erguidas. Essas moradias são alvo da primeira parte da operação. O Executivo local reforçou que o terreno é público e receberá equipamentos públicos. O órgão acrescentou que, de acordo com a Lei nº 1.998/2015, quando uma obra ocorre em área do governo, cabe ação imediata, dispensando qualquer tipo de aviso.

"Queremos a regularização. Não vamos sair daqui. 
Se for preciso, pararemos Brasília para ter visibilidade”
Lila Sousa, síndica do Condomínio Estância Quintas da Alvorada

900
Total de residências na localidade situada entre o Lago Sul e o Paranoá

Fonte: Correio Braziliense
Leia ...
28/07/16

Expectativa pelo preço dos terrenos


A decisão da Justiça de determinar o registro de 1.225 lotes do Setor Jardim Botânico em nome da Terracap gerou expectativa entre os moradores da região. Com a liberação das escrituras, o governo poderá fazer a venda direta dos terrenos aos ocupantes. Mas, como a legislação obriga que as terras públicas sejam negociadas a preço de mercado, com desconto do valor gasto em benfeitorias, a comunidade teme o impacto da nova cobrança em um momento de crise econômica. Se o GDF seguir o padrão adotado no último processo, realizado em 2007, os imóveis da Etapa 2 custarão cerca de R$ 180 mil. Os lotes dos condomínios Jardim Botânico I, Mirante das Paineiras, Parque das Paineiras, Jardim Botânico VI e parte do Estância Jardim Botânico serão colocados à venda em um prazo de 60 dias.


Na última terça-feira, o Conselho Especial do Tribunal de Justiça do DF negou recurso especial apresentado por um grupo que impugnou o registro da área em cartório. A Corte determinou que o tabelião responsável pela área libere as escrituras em nome da Terracap. O caso se arrasta no Judiciário desde 2008, quando o governo tentou registrar os terrenos. À época, houve 21 impugnações ao pedido apresentado pelo GDF. Assim, tudo parou na Justiça.



Em 2012, a Vara de Registros Públicos do DF julgou improcedente o pedido e determinou a liberação da documentação dos lotes. “O fato de haver uma ação demarcatória em curso não constitui óbice ao registro pretendido”, alegou o juiz Ricardo Daitoku. “Verifica-se que é de interesse social a regularização de loteamento no Distrito Federal e, no caso em questão, o interesse público do loteamento cujo registro se pretende é explícito”, acrescentou o magistrado.



A decisão foi contestada e alcançou a Corregedoria do TJDFT, que manteve o entendimento da Vara de Registros Públicos. A pedido do Ministério Público, o caso tramitou no Superior Tribunal de Justiça e voltou à Justiça brasiliense. Na terça-feira, o Conselho Especial encerrou a polêmica. Não cabe mais recurso dessa decisão. Assim que sair o acórdão, a Terracap lançará o edital para a venda direta dos lotes.



Abatimento
O presidente da Terracap, Júlio César de Azevedo Reis, afirma que a empresa deve começar a convocar os ocupantes de imóveis daqui a 60 dias (leia Tira-dúvidas). “Vamos publicar o edital convocando os moradores a comparecerem à Terracap para assinar a manifestação de interesse em participar da venda direta. Eles terão 90 dias e, depois desse prazo, os lotes irão para licitação”, detalha Júlio. Na próxima semana, a Terracap convocará os síndicos dos parcelamentos para conversar sobre a definição do preço dos imóveis.



Os lotes vazios e comerciais não serão incluídos nessa modalidade de alienação. “A premissa da venda direta é o direito à moradia. Por isso, ela só valerá para terrenos ocupados, como estabelece o Termo de Ajustamento de Conduta firmado com o Ministério Público”, justifica Júio César. Ainda não há definição de quando será feita a licitação de imóveis vazios ou de uso comercial.

A legislação determina que, para a venda direta, seja cobrado dos ocupantes o valor de mercado, com o abatimento dos gastos em infraestrutura. Para isso, o GDF quantificou o montante que a comunidade investiu para construir pavimentação, sistema de drenagem, meios-fios e iluminação pública. Esse levantamento está pronto e será somente atualizado pelos técnicos do governo.

A última venda direta realizada no DF ocorreu em 2007. À época, a Terracap lançou edital para negociar 420 terrenos dos condomínios Mansões Califórnia, San Diego, Portal do Lago Sul e parte do Estância Jardim Botânico. Descontando as benfeitorias, o valor médio de cada imóvel ficou em torno de R$ 75 mil. Esse valor equivale a um desconto de cerca de 60% no preço de mercado até então. Se esse percentual for aplicado ao valor atual de mercado dos terrenos da Etapa 2 do Setor Jardim Botânico, o preço final pode ficar em torno de R$ 180 mil. Essas são estimativas do mercado imobiliário. O governo evita falar em valores enquanto não sair o edital.

Receio
A síndica do condomínio Mirante das Paineiras, Narcisa Azevedo, conta que a maioria da comunidade rejeita a perspectiva de pagar novamente pelo lote. “A maioria não aceita fazer acordo com a Terracap. Temos um processo demarcatório, com garantia de êxito no fim. As terras são particulares, não públicas”, argumenta. “Não temos serviços públicos na região, todas as benfeitorias foram feitas pelos moradores. Sofremos com assalto e não contamos com segurança pública”, reclama.

Moradora do Jardim Botânico I há 17 anos, a dona de casa Dyjane Albuquerque, 49 anos, reclama de o governo fazer venda direta em um momento de profunda crise econômica. “A minha filha perdeu o emprego recentemente, contamos apenas com a renda do meu marido, que é um pequeno empresário e também tem sofrido com a crise econômica. Se o governo está com problema nas finanças e precisa de dinheiro, deveria procurar outra saída”, sugere Dyjane.

A síndica do condomínio Jardim Botânico I, Vânia de Araújo Brito, 63, lembra que a maioria dos moradores da região comprou lotes em parcelamentos de boa-fé. “Havia documentação das terras, que foram compradas de um general. Não poderíamos saber que não eram realmente lotes particulares. Ninguém aqui é grileiro”, lembra Vânia. “Não me recuso a pagar pelo lote, mas tem de ser um valor compatível com a nossa realidade e deve levar em conta o fato de que nós pagamos por toda a infraestrutura do condomínio”, conclui.

Tira-dúvidas
Como será calculado o valor dos terrenos?O preço de cada imóvel será calculado com base no valor de mercado, descontado todo o gasto efetuado em infraestrutura. Essa avaliação levará em conta quanto os moradores gastaram para fazer as redes de drenagem, pavimentação e iluminação pública.

Quanto os moradores terão de pagar?O governo ainda não definiu o preço dos terrenos. Em 2007, na última venda direta realizada pela Terracap, na Etapa 1 do Jardim Botânico, os lotes foram vendidos por um valor médio de R$ 75 mil. À época, isso equivalia a um desconto de 60% do valor de mercado dos lotes. Levando em conta esse percentual, os terrenos da Etapa 2 do Setor Jardim Botânico devem custar cerca de R$ 180 mil, pois um imóvel na região custa cerca de R$ 450 mil.

Quando será feita a venda direta?A Terracap prevê a publicação do edital de venda direta em 60 dias. A partir daí, os moradores serão convocados a assinar a manifestação de interesse em comprar o lote. Eles terão 90 dias para comparecer à Terracap. Depois disso, quem não registrar interesse terá o lote incluído em licitação.

E as condições de pagamento?
O valor dos terrenos poderá ser financiado diretamente com a Terracap, que autoriza o parcelamento dos imóveis em até 240 prestações. O comprador poderá optar entre o sistema SAC e a tabela Price, com taxa de juros de 0,4% ao mês.

O que será feito com lotes vazios e comerciais?Não serão incluídos na venda direta. Por determinação do Termo de Ajustamento de Conduta firmado com o Ministério Público, esses imóveis terão de ser licitados. Os comerciantes terão direito de preferência. Os terrenos vazios serão incluídos em certames oficiais da Terracap. Não há data prevista para a venda.
Leia ...
27/07/16

Jardim Botânico pertence ao GDF: moradores terão de pagar por terrenos


Após quase uma década, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) colocou fim a uma disputa de terras entre governo e condomínios do Jardim Botânico. Desde 2008, moradores de quatro conjuntos habitacionais brigam com a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) para tentar provar que as terras onde existem 1.225 lotes haviam sido compradas — e não invadidas. Mas a Justiça entendeu que o terreno pertence, de fato, ao GDF. Dessa forma, as famílias terão de adquirir a área.

A decisão envolve cinco condomínios: Estância Jardim Botânico, Jardim Botânico 1, Jardim Botânico VI, Mirante das Paineiras e Jardim das Paineiras. Eles fazem parte da Etapa 2 do Jardim Botânico e, segundo a Terracap, poderá trazer arrecadação de até R$ 250 milhões aos cofres públicos. “Fizemos um projeto da região, aprovamos, licenciamos e depositamos para registro em cartório nos idos de 2015. Mas existe um grupo naquela região que não pretendia ver a área regularizada, então, passaram anos tentando impugnar os nossos pedidos”, explicou o presidente da Terracap, Júlio César de Azevedo Reis.

Segundo o órgão, o Setor Habitacional Jardim Botânico é composto por quatro etapas. A 1, com 440 lotes residenciais, foi regularizada por meio de venda direta, em 2007. A segunda, objeto do julgamento de ontem, deverá passar pelo mesmo trâmite nos próximos meses. As outras duas estão em fase de implantação. “É uma área muito extensa e não pode continuar na irregularidade. Promover ordenamento territorial e regularizar ocupações continuarão sendo uma prioridade para a empresa. Foi assim que regularizamos metade de São Sebastião e parte de Vicente Pires”, acrescentou Júlio César.

Benfeitorias
O imbróglio envolvendo a Etapa 2 do Jardim Botânico começou em 2008, quando a Terracap tentou registrar a região em cartório, mas acabou contestada por 21 ações de impugnação. Duas delas movidas por moradores dos condomínios irregulares. O processo foi julgado em 2011, com sentença favorável à Terracap. Mas a decisão foi contestada e encaminhada à Corregedoria do TJDFT, que a manteve na íntegra. O processo ainda tramitou no Superior Tribunal de Justiça (STJ), a pedido do Ministério Público, e voltou à Corregedoria da Justiça do DF. Desta vez, a decisão favorável à Terracap foi do Conselho Especial da Magistratura do TJDFT e não pode mais ser contestada.

O próximo passo é a publicação do acórdão, formalizando a sentença e o registro formal em cartório. “Feito isso, a Terracap promoverá a venda direta, que é negociar os lotes ocupados com as pessoas que construíram neles. Se elas não quiserem, o imóvel será comercializado por meio de licitação pública”, explicou o presidente da empresa. O valor pago pelos proprietários será referente apenas ao terreno, sem contar a edificação. Contudo, benfeitorias como implementação de água, luz, esgoto e asfalto serão deduzidas do valor total. Na próxima semana, a Terracap convocará os síndicos dos parcelamentos para reunião de apresentação dos critérios da venda direta.

O governador Rodrigo Rollemberg comemorou a decisão. "Vencemos por unanimidade no TJ o registro do Jardim Botânico 2. Com isso, poderemos fazer a venda direta para os moradores", reforçou.
Leia ...
26/07/16

Comunidade do Tororó faz aliança com a polícia e reduz criminalidade

Uma aliança entre polícia e comunidade vem dando bons resultados na área do 3º Batalhão de Policiamento Rural Sul. Naquela região, o estreitamento de laços de amizade com as comunidades, implantado pelo major José Ítalo Soares Tomás, comandante da unidade policial, está fazendo com que a DF-140, do Setor Habitacional Tororó, que era usada como rota de fuga de quadrilhas, deixe de se usada. O motivo é simples: a comunidade passou a dar informações valiosas, que levaram à prisão de vários criminosos.
Um exemplo disso ocorreu no começo deste mês. Uma equipe policial prendeu dois bandidos que fugiam em um carro roubado. Eles foram identificados após um morador acionar a PM informando placa do carro localização dos criminosos, em áudios enviados por WhatsApp para o grupo que agrega moradores e forças policiais que atuam na região.

O grupo, chamado “Batalhão Solidário”, é integrado por 70 homens da PMs e mais de 200 moradores, e foi criado pela presidente do Conselho Comunitário de Segurança do Tororó, Viviane Fidelis. A partir daí, a comunidade passou a ser mais um colaborador da polícia, recebendo em troca orientações de como proceder nos mais variados casos policiais.  A comunidade também conserta as viaturas ambientais, para que as rondas não deixem se der feitas. Na última semana, a parceria Polícia-Conseg-comunidade consertou pastilhas de freio, baterias e faróis de algumas unidades.
A comunidade busca, agora, um ponto de apoio do 3º BPRS e uma sala para o Conseg no Parque Distrital Salto do Tororó. “A construção de equipamentos básicos dentro do Parque do Tororó é uma reivindicação antiga da comunidade e vai estimular os habitantes da região a prática do lazer e do ecoturismo. Mas isso só será garantido se tivermos a presença da Policia no local”, assegura Viviane.
A reivindicação foi levada à secretária de Segurança Pública, Márcia Alencar, que disse que a experiência do Tororó deve ser replicada em outras regiões administrativas do DF. Para ela, a integração polícia-cidadão é uma bem sucedida e tem sido acompanhada pela pasta e pelo Comando Geral da Policia Militar. “É um trabalho que fortalece a confiança da comunidade na Policia, e parabenizo o major Ítalo, comandante do 3º Uma aliança entre polícia e comunidade vem dando bons resultados na área do 3º Batalhão de Policiamento Rural Sul. Naquela região, o estreitamento de laços de amizade com as comunidades, implantado pelo major José Ítalo Soares Tomás, comandante da unidade policial, está fazendo com que a DF-140, do Setor Habitacional Tororó, que era usada como rota de fuga de quadrilhas, deixe de se usada. O motivo é simples: a comunidade passou a dar informações valiosas, que levaram à prisão de vários criminosos.
Um exemplo disso ocorreu no começo deste mês. Uma equipe policial prendeu dois bandidos que fugiam em um carro roubado. Eles foram identificados após um morador acionar a PM informando placa do carro localização dos criminosos, em áudios enviados por WhatsApp para o grupo que agrega moradores e forças policiais que atuam na região.
O grupo, chamado “Batalhão Solidário”, é integrado por 70 homens da PMs e mais de 200 moradores, e foi criado pela presidente do Conselho Comunitário de Segurança do Tororó, Viviane Fidelis. A partir daí, a comunidade passou a ser mais um colaborador da polícia, recebendo em troca orientações de como proceder nos mais variados casos policiais.  A comunidade também conserta as viaturas ambientais, para que as rondas não deixem se der feitas. Na última semana, a parceria Polícia-Conseg-comunidade consertou pastilhas de freio, baterias e faróis de algumas unidades.
A comunidade busca, agora, um ponto de apoio do 3º BPRS e uma sala para o Conseg no Parque Distrital Salto do Tororó. “A construção de equipamentos básicos dentro do Parque do Tororó é uma reivindicação antiga da comunidade e vai estimular os habitantes da região a prática do lazer e do ecoturismo. Mas isso só será garantido se tivermos a presença da Policia no local”, assegura Viviane.
A reivindicação foi levada à secretária de Segurança Pública, Márcia Alencar, que disse que a experiência do Tororó deve ser replicada em outras regiões administrativas do DF. Para ela, a integração polícia-cidadão é uma bem sucedida e tem sido acompanhada pela pasta e pelo Comando Geral da Policia Militar. “É um trabalho que fortalece a confiança da comunidade na Policia, e parabenizo o major Ítalo, comandante do 3º Batalhão de Policiamento Rural Sul e, de modo especial, a comunidade”, disse. e, de modo especial, a comunidade”, disse.
Leia ...

Moradores fazem protesto contra derrubadas da Agefis


Nesta sexta-feira (22/7), moradores de São Sebastião fizeram uma manifestação na porta da Administração Regional da cidade. Segundo o chefe de gabinete do local, Hugo Gutemberg, cerca de 50 pessoas se manifestaram contra as recentes derrubadas realizadas pela Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) na região.

Havia representantes do Morro da Cruz, da Vila do Boa e do Capão Comprido, entre outras regiões, que, em conversa com a Administração de São Sebastião, conseguiram agendar uma reunião para a próxima quarta-feira (27/7).
No encontro, serão ouvidas as reivindicações dos moradores. Representantes da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab) também estarão presentes.
Leia ...
25/07/16

Bombeiros combatem incêndios florestais no bairro Jardins Mangueiral


Da janela do condomínio Jardins Mangueiral, em São Sebastião, foi possível ver a proporção do incêndio que atingiu a região na tarde deste domingo (24/7). O fogo, que tomou a mata e se aproximava das casas, assustou os moradores. Alguns saíram correndo, outros tentaram controlar a situação usando baldes com água. O Corpo de Bombeiros foi acionado e trabalhou no local por mais de sete horas.



Segundo a corporação, 50 militares, nove viaturas e três aeronaves atuaram na região. Os bombeiros confirmam que as residências ficaram em risco, mas a intervenção rápida das equipes evitou um incidente. Os militares ainda não estimaram a área total queimada.



Outros incêndios foram registrado na Rodovia do Sol, no Jardim Botânico, em Águas Emendadas, Planaltina, e um terceiro na chácara Onoyama, em Taguatinga. Lá, os bombeiros afirmaram que duas viaturas foram acionadas e 10 militares atuaram extinguindo as chamas.
Clima
A seca, que chegou mais cedo no Distrito Federal este ano, contribui para o aumento de queimadas. Por dia, mais de 12 incêndios são registrados na capital federal. Até 20 de julho, foram 2.506 chamados. Dado 120% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, quando houve 1.140 casos. Cerca de 210 bombeiros atuam diariamente apagando incêndios florestais. Só neste ano, 4.925,82 hectares foram consumidos pelo fogo. Em 2015, foram 12.685,08.

“A previsão é de que, em agosto, o número de incêndios aumente. Não registramos chuvas no DF há 68 dias, o que ajuda a criar focos de incêndios em regiões que possuem muita vegetação seca. Esse cenário deve se manter até setembro”, explicou o meteorologista Hamilton Carvalho.
Neste domingo, os termômetros marcaram 29ºC. Durante a madrugada a temperatura caiu para 6,3ºC. A umidade relativa do ar variou entre 70% e 29%.,
Fonte: Metrópoles
Leia ...