Obras das vilas olímpicas de São Sebastião estão atrasadas

GDF promete inaugurar as duas vilas na segunda quinzena de dezembro. As unidades serão administradas por organizações sociais. Das dez vilas prometidas somente a de Samambaia está funcionado.

As dez Vilas Olímpicas do Distrito Federal começaram a ser construídas em 2008, cada uma com custo
entre R$ 7 e 8 milhões. Elas deveriam ter ficado prontas até julho deste ano. Mas até hoje, só uma, a de Samambaia, foi inaugurada. Agora, o GDF garante que vai entregar outras duas.
A Secretaria de Esportes já escolheu as duas entidades que vão administrar as vilas de São Sebastião e do Parque da Vaquejada, em Ceilândia. Os contratos devem ser assinados nos próximos dias e a promessa é de que elas comecem a funcionar na segunda quinzena de dezembro.

“Já estava proposto desde o início do projeto vila olímpica e as entidades elas têm o papel operacional, ou seja, todo trabalho executado nas vilas é feito por ela. O governo então faz o repasse financeiro e fiscaliza junto com os órgãos de controle a operação desse projeto”, explica o secretário de Esportes, Hebert Félix.
Crianças e adolescentes matriculados na rede pública vão ter atividades esportivas e recreativas no horário em que não estiverem na escola. Nos fins de semana, as vilas serão abertas à comunidade como clube. O vendedor Fábio Souza não vê a hora da inauguração, principalmente, por causa da filha de nove anos. “Minha filha está louca para inaugurar logo, ela quer fazer natação”, conta.

Ainda não há previsão de inauguração para outras sete vilas olímpicas: de Brazlândia, de Ceilândia, do Gama, de Planaltina, do Recanto das Emas, do Riacho Fundo e de Santa Maria. A Secretaria de Esportes garante que em todas as vilas pelo menos 70% da obra está pronta. Mas os moradores reclamam da lentidão. “Está lento demais esse serviço. Acho que agora em dezembro não tem como inugurar”, afirma o segurnaça Fernando Pessoa. A ONG Eu Acredito vai administrar a Vila Olímpica de São Sebastião. A do Parque da Vaquejada, em Ceilândia, vai ficar com o Centro de Treinamento de Educação Física Especial. As duas vão receber R$ 300 mil por mês da Secretaria.

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R$ 300 mil por mês, vamos ficar de olho!

Reportagem exibida no DFTV 1ª Edição em 06 de novembro de 2010.
 
Luisa Doyle / Luiz Quilião
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