Pouco mais de 20 minutos da capital do Brasil, moradores de São Sebastião vivem em condiões precárias


Neste mundo inconsequente onde as desigualdades são  cada dia mais gritantes e estão presentes de forma perversa mesmo no chamado primeiro mundo, não há como fecharmos os olhos e simplesmente fingirmos que nada estamos vendo acontecer debaixo dos nossos narizes, em nosso quintal e diante do nosso olhar paralítico-indiferente-individualista.

Hoje, se quisermos ajudar alguém, basta olharmos para o  lado, o que já não mais fazemos com tanta constância. De fato, os cegos não são e nunca serão os que foram privados por algum motivo do sentido da visão propriamente dita, porque estes, mesmo não vendo, veem mais,  melhor e de mais alto- com os olhos benignos da bondade, da solidariedade e do amor ao próximo, ainda que não enxerguem. Verdadeiros reis em humanismo e boas práticas, eis o que são. Cegos mesmo somos verdadeiramente nós que, com um par de olhos com capacidade para ver, optamos por não ver a verdade que nos ronda na luz,  em pleno sol a pino.

Sobre a situação dos moradores que atualmente dividem a moradia com animais em baias localizadas nas imediações do Bairro Residencial Oeste, o Centro de Referência de Assistência Social de São Sebastião (CRASSS - Telefone: 3339-1512) já tomou conhecimento e estuda formas de prover algum tipo de ajuda às famílias. Vamos ver como a administração regional se posiciona em relação a este caso e depois o que cada um de nós também pode fazer no sentido de ajudar essas famílias que, no momento, realmente estão precisando de um apoio. Prezados (as), ressalto que toda ajuda espontânea será muito bem-vinda. Muito grato.

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Postado por Franco Neri
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