Balão do Morro da Cruz é entregue à população


Agora seguro e funcional para motoristas e pedestres, está entregue o balão do Morro da Cruz, em São Sebastião. A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) finalizou as obras de infraestrutura, paisagismo e sinalização do local, que já está liberado para uso, como pediu a comunidade.

A intervenção corrigiu antigos problemas de engenharia, que dificultavam a mobilidade na via e traziam riscos para os transeuntes. “A obra beneficia diretamente a vida dos pedestres e motoristas que passam pela região”, pontua o diretor-presidente da companhia, Júlio Menegotto.

O balão de acesso a São Sebastião passou por várias etapas até a elaboração de um projeto que atendesse às necessidades da região. Para isso, foi feito o recuo da via, que ficou mais ampla, e o traçado do balão foi ajustado ao desenho da pista.

Da forma como ficou, segundo Menegotto, a rotatória agora permite fluidez e maior segurança no trânsito. “Anteriormente essa via era um cruzamento perigoso”, observa.

Após o término da parte de paisagismo, com plantio de grama e árvores, na última sexta-feira (19), o Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF) colocou as sinalizações horizontal e vertical da via.

No projeto de paisagismo, a Novacap utilizou 450 metros quadrados de grama, plantou nove palmeiras e colocou 16 metros cúbicos de madeira triturada. A Companhia executou a obra com equipe própria.

A reconstrução do balão teve início em janeiro deste ano com a remoção de interferências, como postes de iluminação e edificações, pela Companhia Energética de Brasília (CEB) e a Agência de Fiscalização do DF (Agefis).

O projeto foi elaborado pela Secretaria de Gestão do Território e Habitação. O investimento foi de cerca R$ 650 mil.

Como os serviços foram iniciados na época das chuvas, tornou-se necessário avançar aos poucos o trabalho de escavação para a implementação do sistema de águas pluviais.

Diariamente, os buracos eram tapados para evitar que as chuvas provocassem erosões no local. Ao todo, foram construídos 150 metros de rede de drenagem, com quatro baterias de bocas de lobos.

Outro fator que explica o prolongamento dos serviços é a grande quantidade de habitações e o fluxo intenso de carros nos arredores do canteiro de obras, o que impossibilitou a interdição do espaço e tornou o serviço mais lento.

Fonte: Agência Brasília
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